A grande maioria dos artesãos está em atividade informal e não tem beneficio algum, porém movimentam uma parcela significativa da economia. O cidadão que exerce qualquer atividade remunerada, entre elas a produção artesanal, é segurado obrigatório da Previdência Social.
As pessoas que trabalham sem carteira assinada podem aderir ao Plano Simplificado de Previdência Social, que permite contribuir com 11% sobre o salário mínimo, garantindo aposentadoria por idade (recebendo um salário minimo) auxílio-doença, salário maternidade, pensão por morte para os beneficiários, auxílio-reclusão e aposentadoria por invalidez.
Através de carnê (adquirido em papelarias) e com nº do PIS, efetua-se o recolhimento nas agências bancárias ou casas lotéricas até o dia 15 de cada mês( ou de três em três meses), no código 1473 (Recolhimento Mensal). É de suma importância obter maiores esclarecimentos na Agência do INSS mais próxima ou através do site www.previdenciasocial.gov.br ou pelo telefone 135.
Perguntas mais freqüentes:
- Como o artesão se inscreve na Previdência Social?
Geralmente, o artesão exerce uma atividade autônoma, por conta própria. Nesse caso, a sua inscrição na Previdência deve ser como Contribuinte Individual (ex-autônomo).
Mas o artesão também pode ser trabalhador rural, empregado, empregado doméstico, cooperado, servidor público, etc.
- Como fica a situação do trabalhador rural (segurado especial) que também é artesão?
O artesão continua como Trabalhador Rural, Segurado Especial, desde que utilize material do próprio meio onde vive para a sua produção artesanal.
O artesão só deixará de ser Segurado Especial se passar a adquirir de terceiros o material para a sua produção artesanal, tornando-se, nesse caso, Contribuinte Individual.
- E se o artesão for empregado, trabalhador avulso ou empregado doméstico?
Nesses casos, como já tem vínculo obrigatório com a Previdência, deve observar sobre qual valor já contribui para a Previdência. Se contribuir com valor abaixo do valor máximo, o artesão precisa inscrever-se como Contribuinte Individual e definir sobre quanto quer contribuir.
Deve ser observado que a soma do valor do salário mais o valor-base da contribuição como artesão (Contribuinte Individual) não deve ultrapassar o valor máximo.
Se já contribui como empregado pelo valor máximo, o artesão não precisa fazer nada, porque já está com suas obrigações previdenciárias atendidas.
- E se os artesãos forem uma cooperativa?
Como membro de cooperativa de produção, o artesão deve inscrever-se como Contribuinte Individual.
- E se o artesão for servidor público?
Se o artesão pertencer a Regime Próprio de Previdência, municipal, estadual ou federal, terá que se inscrever na Previdência, na condição de Contribuição Individual.
- Como o artesão se inscreve na previdência?
PREVFone: 0800780191
PREVNet: www.previdenciasocial.gov.br
PREVFácil: Terminal de auto-atendimento
- Qual o valor da contribuição mensal?
Como Contribuinte Individual, a contribuição mensal é de 20% sobre o valor que desejar contribuir, variando desde o salário mínimo até o teto da previdência.
As pessoas que trabalham sem carteira assinada podem aderir ao Plano Simplificado de Previdência Social, que permite contribuir com 11% sobre o salário mínimo.
- Qual o dia do pagamento da contribuição?
A contribuição do Segurado Especial vence no dia 2 de cada mês. A contribuição do Contribuinte Individual vence no dia 15 de cada mês.
Fonte : Aprendendo a exportar
http://artesanatossempre.blogspot.com/search/label/dicas%20burocr%C3%A1ticas
- O OBJETIVO DESTE É UNIR FORÇAS E DESCOBRIR UM JEITO DE TER SUCESSO NO TRABALHO QUE AMAMOS FAZER; TRATANDO A ATIVIDADE ARTESANAL COMO PROFISSÃO E TUDO MAIS O QUE SE RELACIONAR.
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quinta-feira, 26 de novembro de 2009
domingo, 8 de novembro de 2009
Artesão se transforma em empreendedor
A próxima terça-feira (10) será um dia para aprender e transformar. Será realizado no Centro de Eventos do Pantanal, em Cuiabá, o seminário “Artesanato Como Bons Negócios”. O objetivo é mostrar aos participantes que a organização é fundamental para conhecer o mercado e o perfil do público a ser atingido. O mercado de artesanato em Mato Grosso passa por uma transformação e os profissionais desta área começam a olhar o trabalho como negócio e, aos poucos, vão se tornando empreendedores.
Preocupado em orientar os artesãos, o Governo do Estado de Mato Grosso, por meio da Secretaria de Indústria, Comércio, Minas e Energia (Sicme) em parceria com o Serviço de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae/MT) buscou os melhores profissionais para ministrar palestras e transformar a terça-feira (10) em um dia de estudo e troca de experiências. “Competitividade e organização do negócio serão pauta deste encontro. Essa mudança de conceito exige qualificação e orientação. Esta é uma das prioridades para o sucesso do artesão”, ressalta o secretário da Sicme, Pedro Nadaf.
A técnica da Unidade de Artesanato do Sebrae/MT, Lusia Souza, acrescenta que nem sempre o artesanato é encarado profissionalmente. Ela conta que a maioria dos artesãos começa a atividade apenas para ocupar o tempo livre e presentear amigos ou parentes. Quando surgem pessoas interessadas em adquirir as peças, o artesão se preocupa somente em produzir. Ele não está preparado para pesquisar preços, principalmente da matéria-prima e embalagem, e nem calcula o tempo gasto na produção.
Um dos principais desafios dos profissionais desta área é separar o trabalho da vida pessoal. No caso das mulheres, a situação é ainda mais difícil, porque precisam conciliar a profissão com seus afazeres domésticos. “O resultado é o atraso na produção, o que pode ainda defasar o produto, principalmente para quem trabalha com moda. Quando começou a ser confeccionada, a peça estava em alta, mas com a demora pode ter perdido o apelo”, explica a técnica do Sebrae/MT.
Na opinião de Nadaf, o consumidor também esta passando por uma mudança de conceito. “As peças feitas manualmente estão sendo valorizadas por sua história e, principalmente, por ser exclusiva. Com isso, é preciso investir nos artesãos para que eles transformem o talento em resultados comerciais”.
Como palestrantes foram convidados: a especialista em artesanato e arte popular, Malba Trindade de Aguiar; o doutor em artes plásticas pela Universidade de Paris (Sorbonne), José Alberto Nemer; o designer e coordenador do Prêmio Top 100 do Artesanato Brasileiro, Eduardo Barroso; e a consultora em hotelaria, eventos e artesanato, Lorena Rodrigues.
Na pauta está organização do negócio artesanato, desafios competitivos para o artesanato brasileiro, como e onde vender o produto. O artista plástico José Alberto Nemer falará sobre Artesanato e design: desafios e sucesso de uma aproximação. Além das palestras também serão apresentados alguns casos de sucesso de Mato Grosso.
Outras informações pela Central de Relacionamento Sebrae - 0800 570 0800 ou pelo site - www.mt.sebrae.com.br
06/11/2009 - 11h37
http://www.24horasnews.com.br/index.php?mat=310540
Preocupado em orientar os artesãos, o Governo do Estado de Mato Grosso, por meio da Secretaria de Indústria, Comércio, Minas e Energia (Sicme) em parceria com o Serviço de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae/MT) buscou os melhores profissionais para ministrar palestras e transformar a terça-feira (10) em um dia de estudo e troca de experiências. “Competitividade e organização do negócio serão pauta deste encontro. Essa mudança de conceito exige qualificação e orientação. Esta é uma das prioridades para o sucesso do artesão”, ressalta o secretário da Sicme, Pedro Nadaf.
A técnica da Unidade de Artesanato do Sebrae/MT, Lusia Souza, acrescenta que nem sempre o artesanato é encarado profissionalmente. Ela conta que a maioria dos artesãos começa a atividade apenas para ocupar o tempo livre e presentear amigos ou parentes. Quando surgem pessoas interessadas em adquirir as peças, o artesão se preocupa somente em produzir. Ele não está preparado para pesquisar preços, principalmente da matéria-prima e embalagem, e nem calcula o tempo gasto na produção.
Um dos principais desafios dos profissionais desta área é separar o trabalho da vida pessoal. No caso das mulheres, a situação é ainda mais difícil, porque precisam conciliar a profissão com seus afazeres domésticos. “O resultado é o atraso na produção, o que pode ainda defasar o produto, principalmente para quem trabalha com moda. Quando começou a ser confeccionada, a peça estava em alta, mas com a demora pode ter perdido o apelo”, explica a técnica do Sebrae/MT.
Na opinião de Nadaf, o consumidor também esta passando por uma mudança de conceito. “As peças feitas manualmente estão sendo valorizadas por sua história e, principalmente, por ser exclusiva. Com isso, é preciso investir nos artesãos para que eles transformem o talento em resultados comerciais”.
Como palestrantes foram convidados: a especialista em artesanato e arte popular, Malba Trindade de Aguiar; o doutor em artes plásticas pela Universidade de Paris (Sorbonne), José Alberto Nemer; o designer e coordenador do Prêmio Top 100 do Artesanato Brasileiro, Eduardo Barroso; e a consultora em hotelaria, eventos e artesanato, Lorena Rodrigues.
Na pauta está organização do negócio artesanato, desafios competitivos para o artesanato brasileiro, como e onde vender o produto. O artista plástico José Alberto Nemer falará sobre Artesanato e design: desafios e sucesso de uma aproximação. Além das palestras também serão apresentados alguns casos de sucesso de Mato Grosso.
Outras informações pela Central de Relacionamento Sebrae - 0800 570 0800 ou pelo site - www.mt.sebrae.com.br
06/11/2009 - 11h37
http://www.24horasnews.com.br/index.php?mat=310540
Não preciso de treinamento... Já sei tudo!
Para algumas pessoas, o treinamento é aceito como tortura e, de maneira enérgica, afirma que treinar não passa de um desperdício de dinheiro. Gradativamente, passam a ser indivíduos que não são capazes de perceber que a oportunidade de aprender permite aprimorar as habilidades profissionais e a resolução de problemas de comunicação, expandir o leque de negociação, administração de conflitos e a relação humana entre líder e liderado. Há pessoas que reclamam da empresa onde atuam, mas na prática não são capazes de oferecer um esforço a mais em favor da organização e da própria carreira profissional. Desta maneira, é possível perceber que através do treinamento, grande parcela de pessoas habituadas aos valores individuais podem ser treinadas para pensar no trabalho coletivo e se tornarem membros de uma equipe. O treinamento precisa atuar na parte racional, emocional e fortalecer a certeza de retorno do investimento realizado.
Pessoas que dizem que não precisam de treinamento, normalmente, há mais de dois anos não realizam nenhuma alteração no próprio currículo e continuamente reclamam que o mercado de trabalho não oferece oportunidades. São pessoas que ao receber um convite para um treinamento, palestra, curso ou ainda, para uma reunião de feedback, balançam a cabeça demonstrando indignação e aversão ao tempo que será "desperdiçado" com esta atividade. Contam com esta percepção por não visualizar a oportunidade existente no desenvolvimento pessoal e, por não terem a capacidade de compartilhar informações, auxiliar na resolução de conflitos e desenvolver novas habilidades, necessárias para expansão de resultados positivos. Observe os dois fatores abaixo e perceba a existência de pessoas que afirmam saber tudo sobre determinado assunto, mas ao serem convocadas para determinada atividade, encontram dificuldades e não são capazes de alcançar os resultados esperados.
Funcionário que não recebe capacitação rema contra a missão - Existem líderes e empresários lojistas que dizem não treinar seus liderados (balconistas, vendedores, atendentes) alegando que depois de algum tempo, este funcionário pedirá a demissão e passará a trabalhar no concorrente. Quando ouço afirmações como estas, faço reflexões, e imagino como deve ser o clima organizacional desta loja. Penso onde está a preocupação e a paixão que este líder demonstra sob seus liderados no processo de aprendizagem organizacional. Quando sou convidado para apresentar palestra para líderes lojistas, afirmo que um funcionário que não recebe capacitação, acaba remando contra a missão, a visão e a própria meta de venda. Você conhece alguma pessoa que trabalha em vendas desta maneira? Na prática, um profissional que não recebe treinamento e não participa de um processo de qualificação, acaba atendendo mal, encontrando desculpas e se escondendo atrás de culpados.
A chegada de um concorrente pode fazer acordar - Um empresário contou que era preciso intensificar o atendimento urgente da sua loja, melhorar a vitrine, o aspecto visual da loja e a iluminação. Questionei qual era o motivo de tamanha aceleração, pois anteriormente ele acreditava que isto era supérfluo. A resposta foi imediata: acaba de ser inaugurada, próximo da minha empresa, uma loja com estes diferenciais e os clientes estão comentando e elogiando. Perceba que há empresários que durante muito tempo mantêm a loja do mesmo jeito sem nenhuma inovação, entretanto, a chegada de um concorrente é capaz de fazer acordar. Há líderes que não investem em treinamento e ficam surpresos, quando percebem que há clientes que voltam continuamente para comprar na loja do concorrente. Também é relevante destacar que há líderes que não tem paciência para ensinar e querem melhores resultados dos seus liderados, que muitas vezes desconhecem onde, quando e como realizar determinada tarefa. Você conhece algum líder assim? O treinamento contribui para que o administrador se torne um membro de um time e mais disposto a ser julgado como parte de uma equipe.
Os líderes contemporâneos monitoram os resultados e fortalecem o exercício de treinar seus liderados para demonstrar continuamente, a necessidade de não aplicar uma visão pelo esforço competitivo, mas ao contrário, buscam estimular uma visão pelo esforço cooperativo entre colaboradores e setores. Uma organização, indiferentemente do tamanho, que deseja melhorar o desempenho no mercado onde atua, investe na capacitação da sua equipe de trabalho, na força de vendas e na melhoria continua por melhores índices produtivos. Define as expectativas, apóia, torce, vibra e faz com que cada treinamento, seja um momento de reflexão para contribuir com mudanças positivas no trabalho que realiza. Antes de reclamar do desempenho produtivo de um funcionário, responda: Esta pessoa recebeu realmente o treinamento necessário para alcançar os melhores resultados?
--------------------------------------------------------------------------------
Dalmir Sant Anna - palestrante na área comportamental, com ênfase na gestão com pessoas. Mestrando em Administração de Empresas (Univali), pós-graduado em Gestão de Pessoas (Univali), bacharel em Comunicação Social (Ielusc) e mágico profissional. http://www.dalmir.com.br/artigos.php?num_id=33
Pessoas que dizem que não precisam de treinamento, normalmente, há mais de dois anos não realizam nenhuma alteração no próprio currículo e continuamente reclamam que o mercado de trabalho não oferece oportunidades. São pessoas que ao receber um convite para um treinamento, palestra, curso ou ainda, para uma reunião de feedback, balançam a cabeça demonstrando indignação e aversão ao tempo que será "desperdiçado" com esta atividade. Contam com esta percepção por não visualizar a oportunidade existente no desenvolvimento pessoal e, por não terem a capacidade de compartilhar informações, auxiliar na resolução de conflitos e desenvolver novas habilidades, necessárias para expansão de resultados positivos. Observe os dois fatores abaixo e perceba a existência de pessoas que afirmam saber tudo sobre determinado assunto, mas ao serem convocadas para determinada atividade, encontram dificuldades e não são capazes de alcançar os resultados esperados.
Funcionário que não recebe capacitação rema contra a missão - Existem líderes e empresários lojistas que dizem não treinar seus liderados (balconistas, vendedores, atendentes) alegando que depois de algum tempo, este funcionário pedirá a demissão e passará a trabalhar no concorrente. Quando ouço afirmações como estas, faço reflexões, e imagino como deve ser o clima organizacional desta loja. Penso onde está a preocupação e a paixão que este líder demonstra sob seus liderados no processo de aprendizagem organizacional. Quando sou convidado para apresentar palestra para líderes lojistas, afirmo que um funcionário que não recebe capacitação, acaba remando contra a missão, a visão e a própria meta de venda. Você conhece alguma pessoa que trabalha em vendas desta maneira? Na prática, um profissional que não recebe treinamento e não participa de um processo de qualificação, acaba atendendo mal, encontrando desculpas e se escondendo atrás de culpados.
A chegada de um concorrente pode fazer acordar - Um empresário contou que era preciso intensificar o atendimento urgente da sua loja, melhorar a vitrine, o aspecto visual da loja e a iluminação. Questionei qual era o motivo de tamanha aceleração, pois anteriormente ele acreditava que isto era supérfluo. A resposta foi imediata: acaba de ser inaugurada, próximo da minha empresa, uma loja com estes diferenciais e os clientes estão comentando e elogiando. Perceba que há empresários que durante muito tempo mantêm a loja do mesmo jeito sem nenhuma inovação, entretanto, a chegada de um concorrente é capaz de fazer acordar. Há líderes que não investem em treinamento e ficam surpresos, quando percebem que há clientes que voltam continuamente para comprar na loja do concorrente. Também é relevante destacar que há líderes que não tem paciência para ensinar e querem melhores resultados dos seus liderados, que muitas vezes desconhecem onde, quando e como realizar determinada tarefa. Você conhece algum líder assim? O treinamento contribui para que o administrador se torne um membro de um time e mais disposto a ser julgado como parte de uma equipe.
Os líderes contemporâneos monitoram os resultados e fortalecem o exercício de treinar seus liderados para demonstrar continuamente, a necessidade de não aplicar uma visão pelo esforço competitivo, mas ao contrário, buscam estimular uma visão pelo esforço cooperativo entre colaboradores e setores. Uma organização, indiferentemente do tamanho, que deseja melhorar o desempenho no mercado onde atua, investe na capacitação da sua equipe de trabalho, na força de vendas e na melhoria continua por melhores índices produtivos. Define as expectativas, apóia, torce, vibra e faz com que cada treinamento, seja um momento de reflexão para contribuir com mudanças positivas no trabalho que realiza. Antes de reclamar do desempenho produtivo de um funcionário, responda: Esta pessoa recebeu realmente o treinamento necessário para alcançar os melhores resultados?
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Dalmir Sant Anna - palestrante na área comportamental, com ênfase na gestão com pessoas. Mestrando em Administração de Empresas (Univali), pós-graduado em Gestão de Pessoas (Univali), bacharel em Comunicação Social (Ielusc) e mágico profissional. http://www.dalmir.com.br/artigos.php?num_id=33
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