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quinta-feira, 26 de novembro de 2009

O artesão e a contribuição para o INSS

A grande maioria dos artesãos está em atividade informal e não tem beneficio algum, porém movimentam uma parcela significativa da economia. O cidadão que exerce qualquer atividade remunerada, entre elas a produção artesanal, é segurado obrigatório da Previdência Social.

As pessoas que trabalham sem carteira assinada podem aderir ao Plano Simplificado de Previdência Social, que permite contribuir com 11% sobre o salário mínimo, garantindo aposentadoria por idade (recebendo um salário minimo) auxílio-doença, salário maternidade, pensão por morte para os beneficiários, auxílio-reclusão e aposentadoria por invalidez.

Através de carnê (adquirido em papelarias) e com nº do PIS, efetua-se o recolhimento nas agências bancárias ou casas lotéricas até o dia 15 de cada mês( ou de três em três meses), no código 1473 (Recolhimento Mensal). É de suma importância obter maiores esclarecimentos na Agência do INSS mais próxima ou através do site www.previdenciasocial.gov.br ou pelo telefone 135.

Perguntas mais freqüentes:

- Como o artesão se inscreve na Previdência Social?
Geralmente, o artesão exerce uma atividade autônoma, por conta própria. Nesse caso, a sua inscrição na Previdência deve ser como Contribuinte Individual (ex-autônomo).
Mas o artesão também pode ser trabalhador rural, empregado, empregado doméstico, cooperado, servidor público, etc.

- Como fica a situação do trabalhador rural (segurado especial) que também é artesão?
O artesão continua como Trabalhador Rural, Segurado Especial, desde que utilize material do próprio meio onde vive para a sua produção artesanal.
O artesão só deixará de ser Segurado Especial se passar a adquirir de terceiros o material para a sua produção artesanal, tornando-se, nesse caso, Contribuinte Individual.

- E se o artesão for empregado, trabalhador avulso ou empregado doméstico?
Nesses casos, como já tem vínculo obrigatório com a Previdência, deve observar sobre qual valor já contribui para a Previdência. Se contribuir com valor abaixo do valor máximo, o artesão precisa inscrever-se como Contribuinte Individual e definir sobre quanto quer contribuir.
Deve ser observado que a soma do valor do salário mais o valor-base da contribuição como artesão (Contribuinte Individual) não deve ultrapassar o valor máximo.
Se já contribui como empregado pelo valor máximo, o artesão não precisa fazer nada, porque já está com suas obrigações previdenciárias atendidas.

- E se os artesãos forem uma cooperativa?
Como membro de cooperativa de produção, o artesão deve inscrever-se como Contribuinte Individual.

- E se o artesão for servidor público?
Se o artesão pertencer a Regime Próprio de Previdência, municipal, estadual ou federal, terá que se inscrever na Previdência, na condição de Contribuição Individual.

- Como o artesão se inscreve na previdência?
PREVFone: 0800780191
PREVNet: www.previdenciasocial.gov.br
PREVFácil: Terminal de auto-atendimento

- Qual o valor da contribuição mensal?
Como Contribuinte Individual, a contribuição mensal é de 20% sobre o valor que desejar contribuir, variando desde o salário mínimo até o teto da previdência.
As pessoas que trabalham sem carteira assinada podem aderir ao Plano Simplificado de Previdência Social, que permite contribuir com 11% sobre o salário mínimo.

- Qual o dia do pagamento da contribuição?
A contribuição do Segurado Especial vence no dia 2 de cada mês. A contribuição do Contribuinte Individual vence no dia 15 de cada mês.


Fonte : Aprendendo a exportar
http://artesanatossempre.blogspot.com/search/label/dicas%20burocr%C3%A1ticas

segunda-feira, 23 de novembro de 2009

O poder da disciplina

Vários autores indicam insistentemente a inovação como fator imprescindível para o crescimento consistente, por isso, espero que já esteja claro para o universo empresarial que os grandes sucumbirão aos mais ágeis; que as inovações radicais continuam ocorrendo na maioria dos mercados, produtos ou serviços; que as freqüentes alterações no ambiente de negócio exigem maior resiliência nos modos de pensar e agir de toda organização.

Deixemos de lado o poder de improviso, pois ele serve para salvar uma situação perdida, aquela na qual se aceita um resultado próximo ao projetado. Refiro-me à criatividade no desenvolvimento de um produto, serviço ou modelo diferenciado de oferta de ambos e que tenha valor agregado.

Então, o que falta para o sucesso empresarial? Criatividade? Não creio! Especialmente para nós, brasileiros, que nos intitulamos “povo criativo”. Devemos ter é mais disciplina na implantação ou execução do planejado.

Todos nós já passamos por isso: quantas idéias de projetos pessoais já tivemos? Iniciar uma atividade física, dietas, leituras, interromper vícios nocivos à saúde, entre outros. Chegamos até a marcar datas de início, bons planejadores que somos. Quantos desses conseguimos implantar com sucesso? Isso ocorre também nas organizações. Então, qual a solução desse impasse? Parar de ter idéias fantásticas? Não acredito, pois seria inibir a evolução!

Convido-os a buscar a fórmula com nossos ídolos. Treinadores de futebol, vôlei e atletas em geral, que obtêm sucesso – todos eles têm em comum não apenas idéias fantásticas, mas a capacidade e o foco para executá-las.

Disciplina é um bom tempero! Com disciplina, mesmo que você esteja trabalhando uma idéia razoável, terá a resposta clara dos resultados a serem obtidos. Assim, poderá achar melhores alternativas para redirecionar as ações e alcançar o resultado planejado. Falo em rever as táticas para atingir os resultados do planejamento estratégico. Sem disciplina você nunca encontrará o valor da sua idéia. Seria ela realmente boa?

Disciplina é questão de dedicação, é o fator-chave de sucesso para qualquer idéia que se imagine. Traçar um bom plano sem disciplina na execução é passatempo! Não traz o resultado esperado. É frustrante para toda a organização! Em resumo, como vários estrategistas de renome internacional já disseram: “não importa que você tenha poucas idéias, mas na hora de executá-las, implemente-as com disciplina”

Encontre esta reportagem em:
http://pegntv.globo.com/Pegn/0,6993,LIC330969-5015,00.html

Quanto você vale?

Profissionais à deriva no mercado reclamando da falta de oportunidades, enquanto empresas buscam desesperadamente por profissionais qualificados, investindo alto em head hunters, importando mão-de-obra de outros países. Esse paradoxo é explicado pelo palestrante e professor de MBA da FGV, Cláudio Tomanini, como resultado de um comportamento acomodado e irresponsável de muitos profissionais.

“Quem quer sair do lugar e construir carreira precisa estar disposto a batalhar, a aceitar desafios, e principalmente, a investir em sua própria imagem”, explica Tomanini. “As pessoas gostam de se espelhar em profissionais bem-sucedidos, mas só olham para as conquistas, esquecem de avaliar o esforço empregado para se atingir o topo”, diz o professor.

Traçar um plano de carreira, munir-se de informações sobre o mercado e sobre sua área de atuação, investir em aprimoramento pessoal e na própria imagem, são algumas das ações fundamentais para que os profissionais alcancem objetivos mais arrojados.

E aqueles que já ocupam os famosos “cargos executivos”? Segundo Tomanini, eles também não estão a salvo. As empresas esperam de seus profissionais aprimoramento constante, e nem tudo é a organização que deve oferecer. “Algumas empresas investem em seus funcionários fortemente, mas eles também devem, paralelamente, preocupar-se com o seu mercado e com a sua forma de trabalho, melhorando sempre e trazendo resultados constantemente”, afirma o professor.

O executivo não pode ser somente aquele que “executa”, ou seja, um mero “tarefeiro”. O sucesso só depende das oportunidades e do esforço individual do profissional, que deve buscar novas metodologias e processos de trabalho e fugir da “síndrome do enviar e receber” – quando não há e-mails, não há o que ser feito.

“O valor de cada profissional depende diretamente dos seus resultados e da imagem que transmite aos seus colegas e superiores. Assim como um produto que tem qualidade e ao mesmo tempo, marca forte”, explica Tomanini. Para os que estão inertes tanto fora quanto dentro das empresas, o primeiro passo é se questionar: “Quanto estou valendo para o mercado?” e ir à luta.
Encontre esta reportagem em:
http://pegntv.globo.com/Pegn/0,6993,LIC331453-5015,00.html

A importância das competências comportamentais

O mercado busca profissionais bem preparados tecnicamente para assumir cargos de liderança e estratégicos, mas nem sempre os candidatos estão preparados para lidar com as dificuldades de ordem comportamental e emocional que virão pela frente, perdendo oportunidades de desenvolverem um futuro brilhante. Segundo o coach e psicoterapeuta da Ápice Desenvolvimento Humano, Plínio de Souza, isso acontece porque as pessoas não estão totalmente preparadas emocionalmente para a sucessão de acontecimentos em sua vida profissional.

"O jovem acaba de sair da faculdade e entra para o mercado de trabalho repleto de vontade e habilidades técnicas, embora ainda esteja muito imaturo emocionalmente. Como o nosso sistema de ensino não se preocupa em desenvolver competências emocionais - no geral a escola não nos prepara para isso - somente um percentual pequeno consegue lidar sozinho com os desafios de relacionamentos, comunicação, pressão, exposição, jogo político, etc”, explica Plínio de Souza, da Ápice Desenvolvimento Humano.

Para superar estes obstáculos, Plínio cita duas saídas: por conta própria, o profissional percebe esta ineficiência e procura auxílio profissional para desenvolver novos comportamentos e emoções frente à situação que esta lhe causando problemas e impedindo-o de crescer profissionalmente, ou a empresa investe no treinamento e desenvolvimento dele para tentar reverter a situação e assim reter e potencializar talentos.

“O coaching é uma ferramenta de mudança muito procurada pelos executivos e pelas empresas hoje em dia. Por meio dele é possível desenvolver mudanças comportamentais e emocionais de forma breve, objetiva e muito eficiente”, afirma Plínio de Souza.

Encontre esta reportagem em:
http://pegntv.globo.com/Pegn/0,6993,LIC331454-5015,00.html

onde vem a criatividade?

Cada vez mais aumenta a compreensão do valor da criatividade em todos os contextos. O dramaturgo francês Molière certa vez contou a história de um homem que perguntou o que era prosa e espantou-se ao descobrir que falara em prosa a vida inteira. Ocorre o mesmo com a criatividade. Muita gente ainda a considera como um atributo misterioso e concedido a uns poucos indivíduos privilegiados, no entanto, todas as pessoas são capazes de acionar o seu potencial criativo.

É importante que as empresas compreendam que criatividade não é um dom pessoal, mas uma capacidade que pode e deve ser desenvolvida. Essa é a primeira barreira a ser ultrapassada, pois impede o acesso a milhares de novas idéias latentes em seus colaboradores. Ser inteligente não basta, é preciso conectar idéias de forma original para fazer a diferença no mercado. As empresas que compreendem isso já deram um passo à frente.

Por isso, é essencial ter uma cultura que estimule o desenvolvimento da criatividade. As empresas devem valorizar as tentativas e não se apegar somente aos resultados imediatos porque criatividade implica assumir riscos. Na verdade, ser criativo envolve várias dimensões: intuição, afetividade, inteligência e razão.

A história traz exemplos bizarros a respeito da inspiração. Isaac Newton produziu a lei da gravidade após observar uma maçã caindo em seu jardim; o poeta Hart Crane se inspirava ouvindo músicas; Mozart fazia ginástica; e Kant trabalhava na cama enrolado em lençóis de uma maneira inventada por ele mesmo. Se tomarmos a inspiração como um estímulo à atividade criadora, poderemos verificar a importância da observação.

Nem sempre um bom observador é criativo, mas diria que o criativo é sempre um bom observador. Você pode enxergar o que todos vêem, mas interpretar de uma forma diferente usando a idéia que surge desse estímulo para a criação de algo novo. Outros elementos também são importantes no processo criativo como o uso do humor, a ousadia e a paixão.

O envolvimento com a tarefa é o combustível que alimenta as possibilidades que à primeira vista parecerem impossíveis. Se encararmos um fato como desafiador e não destruidor tenderemos a reagir de forma positiva e criativa. A criatividade tende a aumentar também quanto temos consciência da nossa própria capacidade criativa e do quanto fazemos uso dela.

Há muitas maneiras de incentivar a criatividade, mas de forma prática, estimulamos a criatividade quando:

1) Estamos envolvidos num projeto,

2) Damos liberdade de criação e encorajamos a expressão de idéias;

3) Aceitamos as diferenças de cada indivíduo;

4) Olhamos as questões sobre diferentes óticas;

5) Ouvimos sem julgamento prévio;

6) Incentivamos a expressão criativa, a ousadia;

7) Ensinamos a resolver problemas e a tomar decisões;

8) Somos um modelo positivo para nossos pares.

Encontre esta reportagem em:
http://pegntv.globo.com/Pegn/0,6993,LIC332292-5015,00.html

sexta-feira, 13 de novembro de 2009

Encontro em Mato Grosso mostra que artesanato pode ser um bom

11.11.2009 | 12:26
Artesãos

Mais de 300 artesãos de todo o Estado reuniram-se em Cuiabá nesta terça-feira (10) para constatar que o artesanato, mais do
que meio de subsistência, pode tornar-se um bom e lucrativo negócio
Jairo Pitolé Sant’Ana
Para o artesanato ser um negócio, e não apenas um meio de subsistência, é preciso inserir no cotidiano dos artesãos alguns
comportamentos, como eficiência produtiva, visão de futuro, sustentabilidade, inovação e responsabilidade social. A opinião é
do designer, coordenador do Prêmio Top 100 do Artesanato Brasileiro e consultor do Sebrae, Eduardo Barroso. Ele esteve em
Cuiabá como palestrante (com o tema Desafios competitivos para o artesanato brasileiro) do Seminário Artesanato como
Negócio, ocorrido nesta terça-feira (10), no Centro de Eventos do Pantanal.
"O artesão, além de estar vinculado a sua cultura, precisa trabalhar com técnicas e processos que permitam aumentar a
produção, melhorar a qualidade e, ao mesmo tempo, preservar suas referências e sua história", argumenta. Para Barroso, a
constante renovação do portfólio do artesão e visão de futuro são outros grandes desafios para tornar o artesanato
competitivo.
"Se não houver inovação, a peça pode ficar obsoleta, pois o bombardeio de informações cria no consumidor novas
expectativas, gerando novos gostos e preferências a cada estação. O ciclo de vida do produto está cada vez mais curto",
afirma, alertando que não se pode permitir a falta de planejamento da produção e do próprio crescimento. Para ele, um plano
de negócios é fundamental.
Trabalhar com matéria-prima não tóxica e certificada, compartilhar conhecimento com a mão-de-obra empregada e
proporcionar boas condições no espaço de trabalho são outros comportamentos necessários. "Não se pode esperar produto
de qualidade, onde não há qualidade na produção",afirma.
Solidariedade – "Tu me ensina a fazer renda, que eu te ensino a namorar". Para o artista plástico e doutor em Artes
Plásticas pela Sorbonne (Paris), José Alberto Nemer, que falou sobre os desafios da aproximação entre o artesão e o
designer, "o velho baião explica bem como este relacionamento deve ser".
"Deve ser um encontro de interesse mútuo, retro-alimentador. Cabe ao designer entender a produção artesanal como a
materialização de um complexo patrimônio cultural. Ter a consciência de que ao interferir no objeto interfere na mão, na
pessoa que o faz. E, por extensão, na comunidade e na cultura que o originou", continua.
Para Nemer, a aproximação pode ser mais fácil, quando o designer não trabalha apenas com a produção artesanal de uma
comunidade, mas conhece sua história, culinária, música e tradição. "O resultado pode ser a oxigenação do universo
artesanal, evitando sua estagnação e estimulando a organização solidária, com a criação de associações ou cooperativas, por
exemplo. Esta organização permite a aquisição de matérias-primas mais baratas, que se assumam compromissos com
encomendas ou mais agilidades para tratar de questões burocráticas. Solidariedade é fator de sucesso", afirma.
Prova de interesse
Os 300 artesãos que lotaram o Auditório dos Pássaros, no piso do Sol do Centro de Eventos do Pantanal, em Cuiabá, vieram
de 21 municípios mato-grossenses, alguns deles distantes, como Vila Rica, na divisa com Pará, a 1.260 km de Cuiabá, dos
quais cerca de 400 km sem asfalto.
Uma das representantes da região, Elaine Pfaizer Goulart Haab, viajou dois dias ao lado de outras 40 mulheres para participar
do seminário. Aproveitou para trocar impressões sobre a oficina que participaram em São Félix do Araguaia, onde conheceram
a diferença entre artesanato e trabalho manual – o primeiro é transformado, enquanto o segundo é montado.
"Apesar de não saber a diferença, já estava fazendo artesanato", diz Elaine, que ao lado de outras artesãs, está trabalhando
com motivos da região como peixes, aves (araras vermelhas) e o ipê amarelo. Os textos bordados em panos de prato foram
doados por poetas regionais, entre eles D. Pedro Casaldáliga, ex-bispo de São Félix e que ainda reside por lá.
O seminário, promovido pelo Sebrae/MT, em parceria com o Governo de Mato Grosso, por meio da Secretaria de Indústria,
Comércio, Minas e Energia (Sicme), reuniu ainda dois casos de sucesso do artesanato local.
Oswaldo Gimenes Greco, 72 anos, das Velas Osvaldo, e Sandra Carvalho, que expõe suas peças semanalmente na Feira do
Artesanato de Cuiabá, apresentaram suas histórias.
Após fechar a oficina de eletrônica –"porque não se conserta mais nada" – seu Osvaldo resolveu buscar uma
alternativa. A filha pagou o curso e hoje ele é o principal produtor e fornecedor de velas decorativas de Cuiabá, além de vender
para Goiânia, Belém do Pará, Vilhena (RO) e interior de Minas Gerais. Até o Natal, Osvaldo inaugura uma nova e ampla loja
na região central da capital do Estado. Começou comprando cinco quilos de parafina e hoje compra duas toneladas da
matéria-prima utilizadas para fabricar milhares de velas – só do modelo mais simples, vende entre duas e três mil
unidades por semana.
Dona Sandra Carvalho, que produz desde pequenos chaveiros a porta-gravatas, com capacidade para 12 unidades, num total
de 27 itens, começou como núcleo de produção familiar. "Como são peças muito diferentes e de tamanhos variados, é
impossível quantificar a produção. Mas de uma coisa tenho certeza, quando comparo a produção atual com a inicial, tenho até
vergonha do passado", diz, revelando o segredo do seu sucesso: "Coloque-se sempre no lugar do outro; aprimore-se
constantemente lembrando que sempre há o que aprender".

Serviço:
Sebrae/MT – 0800-570-0800
www.mt.sebrae.com.br
www.velasosvaldo.com.br

Divulgação

Mesa Bruto, de Bruno Temer, em exposição de Salão de Design e Inovação, no Centro de Eventos do Pantanal

http://asn.interjornal.com.br/noticia.kmf?noticia=9146057&canal=201