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quarta-feira, 6 de janeiro de 2010

Incentivo do Sebrae ao artesanato brasileiro

 
Fonte: Termo de Referência Artesanato

 

 
O Sebrae capacita artistas empreendedores e fomenta o mercado do artesanato
Nas 27 Unidades Federativas do país, o Sebrae investe em estratégias de atuação diferenciadas que possibilitam o desenvolvimento de cada categoria de artesanato, mantendo, entretanto, os valores simbólicos dos modelos culturais.

 
Histórico

 
As ações empreendidas pelo Sebrae, a partir de 2002, marcaram sua presença em 16,6% dos municípios brasileiros e capacitaram 90 mil artesãos.

 
Em 2002, a Fundação Universitária de Brasília - FUBRA realizou Pesquisa de Avaliação da Satisfação e do Desempenho do Cliente Sebrae. Os resultados indicaram que 98% dos entrevistados avaliaram como positiva as ações do Sebrae no Artesanato, estimulando o empreendedorismo, a geração de emprego e a renda na comunidade.

 
Na pesquisa foi também detectado que as ações desenvolvidas nos estados, embora eficientes, eram pontuais e careciam de articulação com os demais Sebrae/UF. Considerando a importância social, econômica e cultural do setor artesanal constatou-se, portanto, a necessidade do desenvolvimento de uma logística de atuação do Sebrae, de forma sistematizada e contínua, com o objetivo de articular e integrar as ações das unidades do Sebrae nos 27 estados.

 
As ações foram reavaliadas e redesenhadas com a participação de todos os coordenadores estaduais. As experiências bem-sucedidas foram compartilhadas e as abordagens e conceitos nivelados, alinhando-os às estratégias e prioridades do Sistema Sebrae, frente às necessidades das comunidades. O novo formato apresenta uma abordagem integrada com estratégias de atuação diferenciadas para que se possa atender as especificidades de cada categoria de artesanato.

 
O objetivo do Sebrae é fomentar o artesanato de forma integrada, enquanto setor econômico sustentável que valoriza a identidade cultural das comunidades e promove a melhoria da qualidade de vida, ampliando a geração de renda e postos de trabalho.

 
O Sebrae visa com suas ações:

 

 
  • Ampliar as oportunidades de ocupação e renda;
  • Contribuir para a formalização do setor;
  • Ampliar o acesso ao crédito e à capitalização;
  • Promover o acesso a tecnologias adequadas ao aumento e melhoria da capacidade produtiva;
  • Utilizar a inovação como um dos fatores de diferenciação do produto artesanal;
  • Promover a educação empreendedora;
  • Promover a cultura da cooperação, estimulando a criação e o fortalecimento de associações e cooperativas;
  • Promover o acesso a mercados;
  • Utilizar o marketing como uma das ferramentas para impulsionar a competitividade;
  • Resgatar a cultura como fator de agregação de valor ao artesanato, promovendo produtos com a "cara brasileira”;
  • Disponibilizar informações sobre a utilização racional dos recursos naturais, segundo os postulados da legislação ambiental;
  • Socializar o acesso às informações e ao conhecimento no âmbito do setor artesanal;
  • Articular parcerias para aumentar a participação do artesanato na produção nacional e para o conseqüente fortalecimento do setor.

 
A integração das ações do Sebrae nos 27 estados prevê o desenvolvimento e a ampliação da capacidade produtiva dos artistas, a melhoria de sua estrutura técnica e da qualidade do produto artesanal, de maneira a incrementar as vendas e, assim, promover sua inserção e permanência no mercado.

 
Situação atual: em aproximadamente 2.700 municípios, foram capacitados 220.000 artesãos. As ações empreendidas marcam a presença do Sebrae em 48% dos municípios brasileiros.

http://www.sebrae.com.br/setor/artesanato/sobre-artesanato/artesanato-no-sebrae/integra_bia?ident_unico=649

quarta-feira, 11 de novembro de 2009

Casa do Artesão aproxima artista e consumidor

Cerca de 300 artesãos de Botucatu contam agora com mais um espaço para venda de seus produtos: a Casa do Artesão.

O espaço foi entregue na semana passada em solenidade que teve a presença do Prefeito João Cury, do Secretário adjunto de Comércio e Serviços Antonio Carlos Stein e a secretária adjunta de Turismo, Priscila Ribas.

O local está instalado nas dependências da Secretaria de Desenvolvimento Econômico, o que deve facilitar o comércio.

De acordo com Priscila Ribas, um funcionário será mantido para fazer o atendimento e cuidar das peças. “Os artesãos cadastrados precisam apenas trazer o material e buscar o lucro obtido com a venda no final do mês”, explica.

Ainda de acordo com a secretária adjunta de Turismo, a renda será destinada aos artistas e à manutenção da loja.

Para o Presidente da Associação de Artesãos Botucatuenses, Alekander Capeleti, a loja serve como vitrine para os artesãos, pois todas as peças são identificadas.

“Quem procurar pela Casa e não encontrar o que precisa, pode ligar para os artistas e encomendar a peça que deseja”, conclui.

É o caso da artesã Denise Cardia, que produz roupas em tricô e crochê. Segundo ela, com a loja já foi possível notar aumento de 70% em suas vendas. “Deixei o emprego como costureira de uma empresa para me dedicar ao artesanato e estou feliz com o resultado”, explica.

Denise também recebeu recursos da Subsecretaria para montagem do ateliê.

As peças do artesão Júlio César Pontes também estão sendo bastante procuradas no novo espaço. Ele produz bonsais artificiais que chegam a custar até R$ 1.000,00 e eram vendidos apenas pela internet.

“Com a loja, as pessoas podem conhecer as peças de perto e quando interessadas me pedem no formato que desejam”, conclui Pontes.

A Casa do Artesão funcionará das 10h às 16h, ao lado da Subsecretaria de Turismo, localizada na Rua Monsenhor Ferrari, nº410, Centro
[com assessoria]
http://www.entrelinhas.com/portal/index.php?CAT=18&DET=13490

domingo, 8 de novembro de 2009

Envelhecer

ENVELHEÇO quando me fecho para as novas idéias e me torno radical.

ENVELHEÇO quando o novo me assusta e minha mente insiste em não aceitar.

ENVELHEÇO quando me torno impaciente, intransigente e não consigo dialogar.

ENVELHEÇO quando meu pensamento abandona sua casa e retorna sem nada acrescentar.

ENVELHEÇO quando muito me preocupo e depois me culpo por não ter tido motivos para me preocupar.

ENVELHEÇO quando penso demasiadamente em mim mesmo e conseqüentemente, dos outros, completamente me esqueço.

ENVELHEÇO quando penso em ousar e já antevejo o preço que terei que pagar pelo ato, mesmo que os fatos insistam em me contrariar.

ENVELHEÇO quando tenho a chance de amar e daí o coração se põe a pensar: "Será que vale a pena correr o risco de me dar? Será que vai compensar?"

ENVELHEÇO quando Permito que o cansaço e o desalento tomem conta de minha alma e ponho a me lamentar.

ENVELHEÇO, enfim quando paro de lutar.



Autor(a) do Texto: Reinilson Câmara -
Professor, escritor, poeta, letrista, compositor de MPB e autor de muitos livros.

15 DE SETEMBRO - UM MOMENTO MAGICO PARA VALORIZAR SEU CLIENTE

Na história comercial, a mudança do comportamento do consumidor, de uma ação centrada nos vendedores para uma atuação centrada nos compradores, gestores dos mais variados segmentos comerciais passaram a perceber esta mudança e, intensificaram seus esforços para compreender como o cliente poderia ser conquistado. Com o fortalecimento de ações de marketing, envolvimento de outras áreas da empresa e reflexões sobre o perfil comercial, gradativamente, o cliente passou a receber atenção especial na pauta de reuniões e, no ano de 2003, a data de 15 de setembro passou a integrar o calendário comemorativo como Dia do Cliente.
Idealizado pelo consultor gaúcho João Carlos Rego, esta data representa o compromisso de avaliar como o consumidor é valorizado em todos os setores. Perceba o quanto cada cliente é fundamental para a continuidade do seu negócio e responda: quantos recomendariam seus serviços e produtos para outras pessoas? Quantos são multiplicadores do atendimento que sua equipe oferece? Qual será o comentário do cliente ao desligar o telefone após falar com sua equipe de trabalho? Para contribuir com as respostas para estas perguntas, realize a leitura e aplique as quatro sugestões para valorizar ainda mais o Dia do Cliente.

Objeto de compra - Você retornaria para um restaurante, onde embora o atendimento tenha sido perfeito, mas a comida além de uma aparência horrível também não atendeu suas expectativas? Qual será sua resposta? E qual o motivo desta resposta? Observe que você não retornaria ao restaurante em decorrência do produto, ou seja, do objeto de compra. Desta maneira é importante observar que de acordo com cada desejo de compra, sejam bens tangíveis, armazenáveis, transportáveis, duráveis ou bens de uso especial, a operação será distinta, pois a compra de uma calça jeans é diferente, por exemplo, da aquisição de um perfume. Quanto mais você conhecer o objeto de compra, maior a oportunidade de demonstrar conhecimento ao cliente.

Objetivos de compra - Conhecer o comportamento do consumidor é um processo que está em evolução e permite refletir que os objetivos de compra possibilitam exercitar a abordagem com o cliente, além de gerar importante aprendizado sobre o perfil do consumidor. Perceba que alguns clientes apresentam como objetivo de compra, a aquisição de um automóvel por necessidade de deslocamento, entretanto, outras pessoas realizam a compra de um automóvel por status. Reconhecer os objetivos de compra permite compreender que o ser humano possui atenção seletiva para reter aquilo que interessa e cria uma defesa para aquilo que não interessa. Seu cliente demonstra atenção para sua abordagem comercial e atenção a sua apresentação?

Observar quem participa da compra - Em toda família há uma pessoa que exerce o papel de iniciação da compra. Porém, em muitas ocasiões, a pessoa não é o responsável diretamente pela aquisição do produto ou serviço. Observar quem participa, interfere e apresenta influência na decisão da compra é um importante diferencial para compreender que este processo ocorre por estágio do ciclo de vida da família, autonomia dos filhos, antecedentes culturais e classe social.

Operações necessárias para compra - Note que o sentimento de pós-compra pode provocar uma redução no valor da marca, gerada pela insatisfação com o uso do produto ou do serviço. Com atenção para este item, perceba que as operações de compra envolvem decisões sobre a marca, forma, quantidade e prazo de entrega. Observe que para algumas pessoas, o cliente é um chato, entretanto, para outros profissionais o cliente é exigente, pois alguns fatores negativos no atendimento ou no produto ao serem constatados pelo consumidor geram enorme insatisfação.

Certa vez; ouvi de um empresário lojista uma excelente definição: "o meu desafio como membro ativo do movimento lojista é o de jamais levar stress para o cliente". Observe que interessante definição para valorizar ainda mais o Dia do Cliente. Quantas pessoas ao contrário de encantar, assustam com o péssimo atendimento telefônico. Você conhece alguma empresa assim? As quatro sugestões acima apresentadas são aplicadas por profissionais que querem tomar o dia 15 de setembro um momento especial para demonstrar como a organização está preocupada com a satisfação de seus clientes. Empresas com esta preocupação buscam através da missão, visão e valores, demonstrar na prática, compromisso com a comodidade do cliente e a facilidade.

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Dalmir Sant’Anna - palestrante na área comportamental, mestrando em Administração de Empresas (Univali), pós-graduado em Gestão de Pessoas (Univali), bacharel em Comunicação Social (Ielusc), mágico profissional. Visite o site: http://www.dalmir.com.br



http://www.itapevinoticias.jor.br/index.php/ponto-a-ponto/668-15-de-setembro-um-momento-magico-para-valorizar-seu-cliente